domingo, 20 de fevereiro de 2011

Paulo Machado de Carvalho

Nasceu em São Paulo em 9 de novembro de 1901 foi um dos maiores gênios na Comunicação e no Esporte.


Paulo Machado cursou Direito na Falcudade do Largo São Francisco indo então para Suiça onde aprimorou seus estudos e ampliou os seus sonhos.

Em 1931, Paulo Machado fechava sua empresa de Luminosos, foi quando ele conhece o seu Álvaro Liberato de Macedo que tinha uma loja de disco na Praça da República nº 17 e junto com a Loja ele tinha a Rádio Record embora não funcionasse, oferecendo assim ao Dr. Paulo que embora desconhecia totalmente o que era uma rádio.

Foi quando um grupo formado por Dr. Paulo, Sr. João Amaral e o Sr. Jorge Alves de Lima foram visitar e ver o que era aquele negócio chamado de rádio que emitia uns sons um negócio muito de difícil de se ouvir naquela época.
Sendo que naquela época já existia em São Paulo em funcionamento a rádio Educadora Paulista (hoje atualmente a rádio Globo). Chegando na Rádio eles se deparam com uma sala cheia de cadeiras uns microfones enornes da época e junto tinha uma porção de fios amarrados e pendurados e um piano,  neste terreno estava a rádio Record.

Que após o trio analisar e pensar adquiriram (Não precissamente) mas por uma importância de 15 mil cruzeiros, entrando o Dr., Paulo com 5 mil cruzeiros, o Sr. João com 5 mil crizeiros e o Sr. Jorge com 5mil cruzeiros.

Assim ínicia a carreira de um dos maiores empresários da Comunicação no Brasil, segue algumas fotos da rádio Record:



Radio Record na Praça da República,17 (destas sacadas César Ladeira narrou em 23 de maio de 1932 o fuzilamento dos estudantes Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo - MMDC.


Sede rádio Record na rua Quintino Bocaiúva com a Direita (Hoje abriga uma Editora Irmão Vitale).
Nos primeiros anos de trabalho, Paulo Machado de Carvalho fez de tudo no rádio: selecionou músicas, arquivou discos, dirigiu programas. Durante a época em que estava na Record, participou da produção do primeiro jornal falado da rádio, comandado por Assis Chateaubriand. Em 1944 adquiriu a Rádio Panamericana, que passou a integrar o Grupo das Emissoras Unidas e em 1965 mudaria seu nome para Jovem Pan.
No dia 27 de setembro de 1953 Paulo inaugurou a TV Record, realizando um outro sonho que alimentava desde a chegada da televisão ao Brasil três anos antes, em 1950. A emissora entrou no ar com o que tinha de mais moderno à época, com todos os equipamentos importados dos Estados Unidos e entregues no Porto de Santos. Antes da Record havia mais duas emissoras de TV em São Paulo, a TV Tupi (extinta atualmente hoje SBT) e a TV Paulista (extinta hoje atualmente Rede Globo).

Como empresário, destacou-se na área de mídia formando um grupo de empresas do setor que incluía TV Record, Rádio Record, Rádio Excelsior, Rádio São Paulo, Rádio Panamericana (Jovem Pan) AM e Rádio Panamericana (Jovem Pan) FM. Algumas dessas emissoras foram vendidas posteriormente, como a Rádio Excelsior, que atualmente pertence às Organizações Globo, utilizando a denominação Central Brasileira de Notícias (CBN).

Em 1989 sua família se viu obrigada a vender a TV e Rádio Record para o empresário Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus. Na época a emissora também pertencia a Silvio Santos, pois ele havia comprado cerca de metade dela em 1972, tornando-a mais tarde uma espécie de afiliada da TVS (atual SBT) em São Paulo. Com a compra, a emissora foi reerguida e tornou-se uma rede nacional de televisão. Edir Macedo é dono da emissora até hoje.

Atualmente, apenas as rádios Jovem Pan AM e FM pertencem à família Machado de Carvalho e são dirigidas por seu filho Sr. Antônio Augusto Amaral de Carvalho, conhecido como Tuta.

Na área esportiva, Paulo Machado foi vice-presidente do São Paulo da Floresta em 1934.Com a falência do time no ano seguinte, seguiu como dirigente no São Paulo, sucessor do São Paulo da Floresta, onde viria a ser presidente, entre 1946 e 1947, e vice-presidente, entre 1955 e 1956. A partir do ano seguinte, assumiu o departamento de futebol, cargo que já tinha ocupado entre 1942 e 1947, e chegou a pagar torcedores para vaiar o time quando jogava mal no primeiro tempo e, no intervalo, mostrava a reação da torcida aos jogadores em busca de "reações heroicas".

Ao lado de João Havelange, então presidente da Confederação Brasileira de Desportos (CBD), foi dirigente do futebol brasileiro, tendo sido chefe das delegações campeãs mundiais de 1958 (Suécia) e 1962 (Chile), o que lhe valeu o apelido de "Marechal da Vitória" (citado por Joelmir Beting). Na ocasião da primeira conquista, foi convidado por Havelange e preparou o plano para a Copa desde meados de 1957."Olha, doutor Paulo", pediu Havelange. "Preciso de uma seleção que faça o povo esquecer a de 1950, uma seleção vitoriosa, um time campeão. E porque eu preciso de tudo isso é que o quero como seu chefe. Arme tudo como quiser. Com carta branca."O plano foi elaborado com a colaboração de jornalistas com experiência no futebol e foi transformado em um livro chamado O Plano Paulo Machado de Carvalho. Nos últimos preparativos, já na Suécia, era vítima constante das brincadeiras de Mané Garrincha, que aparecia com o dedo imitando um revólver e dizia "Doutor Paulo, teje preso", para, algum tempo depois, voltar e dizer "Teje solto". Quando o Brasil teve de jogar a final com seu segundo uniforme, azul, Carvalho, para tranqüilizar os jogadores, teria dito que o uniforme lhes daria sorte, pois era da cor do manto de Nossa Senhora Aparecida (Pelé, no entanto, disse em entrevista a’O Estado de S. Paulo em 2008 não se lembrar deste fato). Carvalho já tinha fama de supersticioso naquela Copa, por causa do terno Voltando ao Brasil para desfilar em carro aberto com os jogadores, não se cansou de mostrar a taça ao povo. Na viagem ao Chile, para aquela que seria a segunda conquista do Brasil, Paulo mostrou toda sua superstição ao usar o mesmo terno marrom que usava todos os dias "para dar sorte" na Copa anterior, que tinha virado motivo de piada entre os jogadores.



Em razão das boas campanhas futebolísticas e da brilhante carreira empresarial, recebeu homenagem da prefeitura de São Paulo: o Estádio do Pacaembu leva o seu nome desde 1961, como homenagem prestada pelo então prefeito Prestes Maia. Em 1970 foi eleito para seu último cargo esportivo, vice-presidente da Federação Paulista de Futebol.


Faleceu em São Paulo no dia 7 de março de 1992, deixando uma legado de histórias e conquistas.


Annibal entrevista o querido Paulo Machado de Carvalho, no Pacaembu. O primeiro à direita é Moacir Bombig


Benedito Ruy Barbosa e Leônidas da Silva, em 1960. Ao fundo, Paulo Machado de Carvalho.
Comemoração da Copa do Mundo de 58 na Suécia. Da esquerda para a direita: Rei Gustav Adolf, abraçado por Mário Trigo, o Dr. Paulo Machado de Carvalho e Luís Vinhais. A foto-relíquia é do livro “O Eterno Futebol”, autobiografia do saudoso Mário Trigo, dentista da seleção nas vitoriosas campanhas da Suécia, Chile e México.
Dr. Paulo Machado de Carvalho ostentando a faixa de campeão do mundo de 1958, ladeado pelo então ministro Geraldo Starling. A foto-relíquia é do livro “O Eterno Futebol”, autobiografia do saudoso Mário Trigo
No estádio do Morumbi na década de 1960 vemos da esquerda para a direita o professor Júlio Mazzei, Paulo Machado de Carvalho, Henri Aidar e homem não identificado
Na foto da esquerda para a direita: o preparador físico Paulo Amaral, o médico Hilton Gosling, o técnico do selecionado brasileiro, Aymoré Moreira, o supervisor técnico, Carlos Nascimento e o Marechal da Vitória, Paulo Machado de Carvalho, chefe da delegação Tupiniquim que conquistou o bi-campeonato mundial em 1962. Todos estão perfilados para a imagem clicada pelo atento fotógrafo antes do confronto decisivo contra a Espanha.
Crédito foto: iG/Gazeta Press
Paulo Machado de Carvalho ao lado de Pelé e Zagallo em 1958, ano de ouro da seleção brasileira de futebol
Paulo Machado de Carvalho, Abílio de Almeida e Flávio Iazetti, em 1964, na Itália, no túmulo do soldado desconhecido.
Paulo Machado de Carvalho (Pai) e Paulo de Machado de Carvalho Filho na rádio Record na Quintino Bocaiúva.








domingo, 30 de janeiro de 2011

Cásper Libero


Nascido em Bragança Paulista em 2 de março de 1889, Casper Libero foi um dos maiores e brilhantes jornalistas brasileiros.


Iniciou sua carreira na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, somente dois anos mais tarde fundava o Jornal a Última Hora na cidade do Rio de Janeiro.

Aos 23 anos criava sua primeira agência de notícias do estado de São Paulo a Agência Americana.

Em 1918, aos seus 29 anos tornou-se diretor e proprietário do Vespertino A GAZETA, modernizando-o e transformando-o num dos maiores órgãos de imprensa da época.

Para esse fim, importou rotativas da Alemanha, substituiu o telegrafo e teletipo e implantou novas técnicas de gravura, composição e impressão gráfica - a primeira em cores, no Brasil. Paralelamente, implantou, uma nova dinâmica no transporte e distribuição do jornal, 
possibilitando que os exemplares chegassem às mãos dos leitores em tempo recorde.

Em 1939, inaugurou o Palácio da Imprensa, como viria a ser chamada a sede própria do jornal A Gazeta na antiga rua da Conceição, atual avenida Cásper Líbero. Foi o primeiro edifício erguido no país com as características apropriadas para redação, gravura, composição, impressão e distribuição de um jornal.


Criou um suplemento especialmente dedicado aos esportes, voltado para a cobertura futebolística, chamado de A GAZETA ESPORTIVA, que viria a ser considerado o mais completo jornal de esportes da América Latina, batendo recordes de tiragem durante a realização da Copa do Mundo de Futebol de 1970, sendo também o idealizador da Corrida de São Silvestre.


 Na década de 40, adquire a Rádio Educadora - que passou a se chamar Rádio Gazeta, tornando-se uma das mais respeitáveis emissoras da época, chegando a ser chamada de "Emissora de Elite", por sua programação diferenciada.

Faleceu em 27 de agosto de 1943, num acidente aéreo no Rio de Janeiro. 

Conforme sua vontade, expressa em testamento, é constituída a Fundação Cásper Líbero - um complexo de comunicações que reúne, hoje, a TV Gazeta, Rádio Gazeta AM/FM, os jornais A Gazeta e A Gazeta Esportiva, hoje gazetaesportiva.net, a FCLNet, além da Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero e o Grupo Cidadania Empresarial.


Algumas fotos da Construção e Planta do atual edifício da Fundação Cásper Libero.

"Um prédio que será quase uma cidade". No projeto original, o edifício teria diversas quadras de esporte, um ginásio, piscinas e até mesmo uma capela.

 Maquete da época o prédio deveria ter o dobro de tamanho que tem hoje

As fundações da obra

Nessa imagem, datada de 1959, é possível notar a gritante diferença na paisagem da Avenida Paulista, hoje considerada o coração de São Paulo.

Na década de setenta, ainda sem a antena. Daí em diante, a fachada do edifício se manteve inalterada até os dias de hoje.

Fontes: Acervo Fundação Cásper Libero, Gazeta Press e Wikipédia.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Mario Balla ( 11/06/1981 - 20/09/2007 )


Por: Ruy Balla

Há quase 3 anos o rádio se despedia de seu mais novo talento o saudoso Mario Balla.
Mario era jornalista formado pela Unaerp de Ribeirão Preto, começou adolescente produzindo eventos e festas de seu irmão, o locutor Ruy Balla na região de Ribeirão Preto. 

Em 2000 foi um dos criadores e apresentadores do programa Estádio 91 na Rádio Difusora FM de Ribeirão. O programa se tornou rapidamente líder de audiência no horário das 18 às 20 hs e nele Mario mostrava todo seu conhecimento sobre futebol. A pauta de humor e informações esportivas era feita por ele, que era um aficcionado em várias modalidades, mas notadamente muito ligado ao Basquete Americano (NBA) e futebol mundial.

Mario sabia tudo sobre clubes, jogadores, estilos, táticas, enfim dominava ambos em todos os suas variantes.
Seu grande objetivo era ser um repórter de campo e comentarista, o qual realizou em parte quando foi contratado em 2006 para integrar a equipe esportiva de Éder Luiz na Rádio Transamérica. Ele começou como produtor, mas rapidamente passou a ser plantonista e logo na sequência repórter de campo e setorista, cobrindo vários clubes inclusive o seu do coração, o Palmeiras.

Nesse período Mario criou muitas amizades com jogadores, técnicos, diretores, assessores, conseguindo informações exclusivas, coberturas diferenciadas e sempre teve na descontração e grande conhecimento seus diferenciais.
O jovem foi um dos apresentadores e produtor do programa Galera Gol, no qual pode mostrar seu lado de humor, mas com muita competência e seriedade.
Mario tinha um jargão muito utilizado nas transmissões e programas que se tornou sua marca: a cada erro, ou jogada feia, ele soltava um "Que que é isso???".
Mario faleceu precocemente, aos 26 anos, vítima de um AVC, mas deixou um grande trabalho feito numa das maiores rádios e equipes esportivas do Brasil.
Três homenagens foram marcantes em sua despedida: o Minuto de silêncio respeitado no início do clássico Palmeiras e Corínthians do dia 23/09/2007, o gol do zagueiro Nen que foi oferecido a ele e a torcida Alvi Verde que gritou seu nome nesse jogo.


sábado, 31 de julho de 2010

Carlos Gardel

Nascido em Tacuarembó ou Toulouse em 11 de dezembro de 1890 ou Medellín, 24 de junho de 1935, foi o mais famoso dos cantores de tango argentino, país ao qual chegou aos dois anos de idade.

Seu lugar de nascimento constitui uma questão controversa. Alguns sustentam que Gardel teria nascido no interior do Uruguai no departamento de Tacuarembó baseando-se em alguns documentos e matérias jornalísticas de época. seria filho do líder político local Carlos Escayola e de Maria Lelia Oliva, que tinha 13 anos. Outros dizem que Gardel teria nascido na cidade francesa de Toulouse como Charles Romuald Gardès, filho de pai ignorado e de Berthe Gardès (1865-1943). Gardel era esquivo sobre o tema e quando indagado dizia: "Nasci em Buenos Aires aos dois anos e meio de idade".                                                                                                             Cantor e ator celebrado em toda a América Latina pela divulgação do tango. Inicia-se como cantor ainda jovem com o nome artístico de El Morocho, apresentando-se em cafés dos subúrbios da capital argentina. Sua primeira interpretação formal se dá no Teatro Nacional de Corrientes, no qual também se apresenta Don José Razzano, com quem forma uma parceria por vários anos. Pela sensualidade de sua voz, que se presta muito bem à interpretação da milonga – gênero precursor do tango – torna-se conhecido a partir de "Mi noche triste" 1917.
Foi uma das primordiais influências de Amália Rodrigues.

Teve como importante parceiro musical o brasileiro Alfredo Le Pera. Gravou mais de novecentas canções, entre tangos, fox-trots, fados, pasodobles e músicas folclóricas, vendendo milhares de discos na América Latina e Europa. Entre suas interpretações mais famosas estão:

Mi noche triste (1917)

Esta noche me emborracho (1928)

Adiós muchachos (1928)

Yira…yira (1930)

Dance With Me (1930)

Desdén (1930)

Tomo y obligo (1931)

Lejana tierra mía (1932)

Silencio (1932)

Amores de estudiante (1933)

Golondrina (1933)

Melodía de arrabal (1933)
Guitarra guitarra mía (1933)

Cuesta abajo (1934)

Mi Buenos Aires querido (1934)

Soledad (1934)

Volver (1934)

Por una cabeza (1935)

Sus ojos se cerraron (1935)

Volvió una noche (1935)

El día que me quieras (1935)
 
Carreira cinematográfica
 
Trabalhou como ator em alguns filmes pela Paramount, entre eles:


Flor de Durazno (1917) (filme mudo)

Encuadre de canciones (1930) (primeiro filme falado da América do Sul)

Luces de Buenos Aires (1931) (filmado em Paris)

La casa es seria (1931)

Espérame (1932)

Melodía de arrabal (1932)

Cuesta abajo (1934)

El tango en Broadway (1934)

El día que me quieras (1935)

Tango Bar (1935)

The Big Broadcast Of (1936)
 
Gardel morreu num desastre de avião durante uma turnê, em Medellín, na Colômbia. Nesse acidente morreu também seu parceiro Alfredo Le Pera. Seus restos mortais encontram-se no cemitério de La Chacarita, na capital argentina. Em 2003, por proposta do governo uruguaio[1] a voz de Gardel foi gravada pela Unesco no Programa Memória do Mundo.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Sandro Anderson da Silva ( * 16/08/1667 + 08/06/2009 )

Há quase um ano Sandro Anderson nos deixava, e deixava também o rádio mais triste e vago, o seu jeito expontâneo e simples realmente será inesquecível para todos aqueles que o ouviam.
Na noite de domingo dia 08 de junho de 2009, vindo de sua  despedida de solteiro, ele acabou perdendo o controle e batendo sua moto contra um poste em uma das avenidas no centro de Santo André no ABC Paulista cidade que tanto ele amou.
Sandro ficou marcado pelo seu carisma e seu jeitão dizendo tudo certoooooooooooo, passou por várias emissoras em São Paulo como a extinta 97 fm, Transamérica e 89.
Não poderiamos deixar de cita-lo em nosso Blog pois, sem dúvida nenhuma ele contribuiu muito com o rádio, levou sem dúvida muitos risos e também muita energia.
Nos despedimos, acreditando que sua voz estará sempre presente em nossos corações e há universo adentro, com todaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa força.

Equipe. Blog. A Memória do Rádio. 




domingo, 2 de maio de 2010

Alton Glen Miller

Pouco depois do início do século 20, em uma pequena cidade rural do sudoeste de Iowa, um menino nasceu para Elmer e Mattie Lou Miller. A data foi 01 de marco de 1904 ea cidade foi Clarinda. O menino que nasceu naquela noite foi nomeado Alton Glen Miller (depois mudou para Glenn) e quando ele soltou seu primeiro grito, Clarinda ouvido serenata Glenn Miller primeiro luar ". Glenn primeira serenata não era particularmente original como tinha sido cantada pelas crianças ao longo dos séculos e foi mal ouvido no sul da 16th Street. No entanto, o seu segundo Moonlight Serenade foi uma composição que ele escreveu enquanto estudava música com Dr. Schillinger em New York City. segundo Moonlight Serenade de Glenn foi o único, tornando-se o tema do seu número uma Big Band e ouviu literalmente em todo o mundo.
Glenn avós faziam parte do movimento para o oeste de pessoas durante a década de 1800 e mudou-se para a área Clarinda por volta de 1870. Durante a sua estadia no sudoeste de Iowa, o seu filho casado Elmer Mattie Lou Cavender e antes que este jovem casal deixou Clarinda, seu primeiro filho, Dean, nasceu, seguido por um segundo filho, Alton Glenn Miller, em 01 de marco de 1904.


Na esperança de um futuro mais risonho, o jovem casal decidiu herdade e moveu-se sobre o oeste em 1907 a Tryon, Nebraska, onde viviam em uma casa sod. À noite, a mãe de Glenn, Mattie Lou, jogaria uma bomba simples órgão que ajudou a atenuar a existência solitária nas planícies de Nebraska. Se você acha que é uma longa viagem solitária em Nebraska, hoje, você pode imaginar como era estar lá em 1907. Mattie Lou começou uma escola chamada Hollow Feliz e os filhos dela iria cantar músicas à medida que andava em um vagão em seu caminho para a escola. A música suave de sua mãe em sua casa sod e as canções edificantes sobre a forma como a escola deve ter dado um significado maior Glenn e apreciação pela música. Antes de sair de casa sod, Mattie Lou deu à luz um terceiro filho, Herb, em 1913.Em 1915, A família mudou-se para Glenn Grant City, Missouri, onde ele foi para a escola primária, trabalhou para a cidade bandsman John Mosbarger, foi dado o seu primeiro trombone e tocava na banda da cidade.


Em 1918, Glenn família, incluindo uma filha, Irene, mudou-se novamente para Fort Morgan, Colorado, onde Glenn foi para a escola. Durante seu último ano, Glenn decidiu experimentar o jogo de futebol, e até o final da temporada, ele foi escolhido pelo Alto Colorado School Sports Association como "o fim melhor deixar no Colorado." O futebol não era de interesse apenas de Glenn, no entanto, como ele havia se tornado muito interessado em uma música nova banda de som chamado de dança. Glenn apreciar esta música tanto que ele e alguns colegas decidiram criar sua própria banda. Na verdade, Glenn estava tão animado sobre esta nova música que, quando chegou o momento de sua graduação em 1921, Ele decidiu pular cerimônias sua formatura e então viajou para Laramie, Wyoming para tocar em uma banda. Enquanto isso, em casa, de volta, a mãe de Glenn teve de aceitar o diploma eo diretor comentou: "Talvez você seja o único que deveria buscá-la de qualquer maneira, você provavelmente trabalhado mais nele do que ele fez!"



Até agora, Glenn tinha tomado a decisão de que ele iria ser um músico profissional. Seu primeiro contrato profissional foi assinado com um grupo de Dixieland chamado Sentapeeds Senter. Para a maioria das pessoas soa como algo que você pisar em vez de ouvir. Em seguida, abriu uma outra oportunidade onde Glenn poderia jogar no Moyer Holly Orchestra em Boulder e ganhar dinheiro suficiente para freqüentar a Universidade de Colorado. Isso durou dois anos, mas em 1924, Ambição musical Glenn, e um novo trabalho com a Orquestra de Tommy Watkins, o levou a interromper seus estudos universitários, para que ele pudesse passar a tempo inteiro tocando e arranjando músicas. Glenn acabou indo para Los Angeles, onde ele tinha ouvido falar que havia inúmeras oportunidades de banda. Ele logo teve a chance de participar do Ben Pollack Orchestra, uma banda conhecida por encontrar músicos de talento. Ao jogar com a banda de Pollack, Glenn salas com outra estrela em ascensão, um clarinetista de Chicago chamado Benny Goodman.
Em 1928, Depois de trabalhar em Los Angeles e Chicago, Glenn mudou-se para New York City, onde trabalhou com bandas de Ben Pollack, Red Nichols e Paul Ash como trombonista e arranjador. Em 1932, Glenn Smith organizou o Ballew Band, e trabalhou dois anos como gerente, arranjador e trombonista. Em 1934, Ele ajudou os irmãos Dorsey para organizar a sua primeira em tempo integral Big Band e, em 1935, Ele organizou banda americana Ray Noble.
Finalmente, em 1937, Glenn decidiu realizar o seu sonho e organizar a sua própria banda. Esta primeira banda logo entrou em dificuldades financeiras e teve que debandar, mas Glenn não era de desistir, e ele tentou novamente em 1938. Desta vez foi diferente, e em março de 1939, Sua banda foi escolhida para jogar a temporada de verão no prestigioso de Glen Island Casino, em New Rochelle, Nova York. Esta grande oportunidade levou a outra participação importante no Meadowbrook, New Jersey, na Primavera do mesmo ano. Ambos os locais oferecidos programas de rádio frequência e, até meados do verão, a Orquestra Miller tinha desenvolvido um país. No outono de 1939, Começou uma série de transmissões de rádio para os cigarros Chesterfield, que aumentou sua popularidade já grande. Posteriormente, a banda estava em constante procura de sessões de gravação e apareceu em dois filmes; Dom Valley Serenade em 1.941 e Esposas Orchestra em 1942.


Em 1942, No auge de sua carreira civil, Glenn decidiu que ele poderia servir melhor aqueles em uniforme, colocando um sobre si mesmo. Ao fazer isso, a banda deu um rendimento 20 mil dolares semanais. Velho demais para ser redigida em 38 anos de idade, Glenn primeiro voluntário para a Marinha, mas foi informado que eles não precisam dos seus serviços. Não desistir, Glenn escreveu o brigadeiro do Exército general Charles Young em 12 de agosto de 1942. Miller convenceu o Exército a aceitá-lo para que ele pudesse com suas próprias palavras, "colocar um pouco mais de primavera para os pés de nossos homens marchando e mais um pouco de alegria em seus corações e para ser colocado no comando de uma banda do exército modernizado". Após ser aceito no Exército, a banda de Glenn civil jogou seu último concerto em Passaic, New Jersey em 27 set 1942. Foi um evento tão triste que a banda não poderia terminar a tocar a música tema de encerramento, Moonlight Serenade.

Glenn logo se tornou parte dos especialistas do Exército com a patente de capitão. Para o ano que vem e meia, além de arranjos musicais, Glenn criou e dirigiu sua própria banda de 50 membros. missão do capitão Miller foi a construção moral, trazendo um toque de casa para as tropas e modernizar a música militar. Glenn também foi um arrecadador de fundos talentoso, e levantou milhões de dólares em movimentações vínculo guerra. Ele também atraiu Air Corps recruta através de seu I Manter o Wings transmissões de rádio semanal.
Ainda querendo fazer mais, Glenn dispostos para o serviço no exterior para a banda. Chegando em Londres, a banda foi dividido em 25 Sloane Street, uma área em constante bombardeio pelos alemães V-1 bombas buzz. Glenn foi imediatamente em causa para a banda e fez arranjos para a unidade para avançar para nova sede em Bedford, na Inglaterra. A banda mudou-se 2 de julho de 1944, E no dia seguinte, uma bomba buzz desembarcados na frente de seus bairros antigos, destruindo o prédio e matando 100 pessoas. A Glenn Miller Army Air Force Band foi extremamente movimentada e Glenn escreveu para casa que em um mês eles fizeram em 35 bases diferentes, durante a execução de 40 transmissões de rádio em seu tempo livre.

Finalmente, em 15 de dezembro de 1944, Glenn embarcou em um único motor da aeronave C-64 Norseman viajar para Paris, na França, onde ele estava para fazer arranjos para uma transmissão de Natal. Tragicamente, o plano nunca chegou a França e nunca foi encontrado. A banda, sem Miller, realizou o concerto agendado Natal sob a direção de Jerry Gray e continuou a executar, jogando seu último concerto em 13 novembro de 1945 no jantar Clube Nacional de Imprensa para o presidente Truman, em Washington, DC Naquela época, o general Dwight Eisenhower eo General Hap Arnold agradeceu a banda para um trabalho bem feito.


Glenn Miller será lembrado por muitas coisas, o seu estilo musical, carisma, trabalho árduo, perseverança e muito mais. Mas o seu patriotismo em desistir de sua banda número um civil para se alistar no Exército dos Estados Unidos Air Corps, seus esforços pioneiros para modernizar as bandas militares e de seu sacrifício supremo para o seu país tem o levou a ser lembrado como Clarinda e patriota da América do favorito musical.

A vida de Glenn Miller não podem ser facilmente resumida em poucas palavras. Ele colocou mais em sua curta vida de 40 anos que a maioria das pessoas fazem numa vida mais longa.




Fonte: The Glenn Miller Birthplace Society











 

 



domingo, 28 de março de 2010

Vicente Leporace

Nascido em São Tomas de Aquino/MG em 26 de janeiro de 1912, Vicente Leporace foi sem dúvida um dos mais discutidos profissionais do rádio brasileiro.
Em 3 de setembro de 1937, a Rádio Atlântica de Santos imaugura o 'Teatro de Antena' apresentando um jovem rádio ator vindo da PRB-5 Rádio Clube Hertz de Franca - SP, estaria surgindo então o grande Vicente Leporace.
Em sua longa carreira pelo Rádio ele atuou como redator, locutor, programador, discotecário, radioator; apresentador de televisão "Apresentando com Clarice Amaral no Canal - 7 a Gincana Kibon"foi tambem ator de cinema atuando nos filmes em 1947 o "Luar do sertão",
1950 "A vida é uma gargalhada", 1952 "Sai da frente", 1953 "Sinhá moça", "Uma pulga na balança", "Nadando em dinheiro", 1954 "Na cena do crime", "É proibido beijar", 1955 "Carnaval em Lá maior" e 1971 "O gigante, a hora e a vez do cinegrafista".
Atuou tambem em 1966 na novela "Redenção" com o papel de Carlo.
Em 1941 foi convidado por Blota Junior a atuar na sua amada cidade Franca voltando assim a ecoar sua voz à Rádio Clube Hertz de Franca, ficou por la até o final de 1950, quando em 1º de abril de 1951, lançou-se pela ondas da PRB-9 a Rádio Record de São Paulo passando então a apresentar o 'Jornal da Manhã' um informativo de meia e meia hora que ele mesmo produzia e apresentava.
Depois de onze anos, ele transfere-se para a PRH-9 a Rádio Bandeirantes de São Paulo onde lançou a grande paixão da sua vida o programa 'O Trabuco' vale ressalta aqui que em alguns livros relatam que a saída de Leporace da Rádio Record foi por questões salariais' mas já passado quase 48 anos não nos cabe julgar mas só destacar um pouco dos acontecimentos de sua carreira.
O programa 'O Trabuco' 'era um informativo diário que veiculava os fatos importantes do país e junto ele expressava sem medo seus cometários e críticas.
Vicente Leporace assumia toda a responsabilidade sobre seus ditos ele sem dúvida nenhuma tornou se o defensor dos menos favorecidos. Uma vez questionado porque o "Trabuco" ele explicou que não se tratava de uma alusão a uma arma de ataque e defesa e sim pela corruptela nascida na Calábria, terra de seus pais, que, estando dominada por tropas inavasoras, seus habitantes ao trocarem informações utilizavam-se do método de boca a boca, originando o neologismo "trabuque" entre boca, ou o que não podia ser dito em voz alta.
Leporace muitas das vezes apresentou seu programa sob mira de fortes armas de fogo . mas eles viviam o regime militar de 64, ele foi se dúvida nenhuma um dos maiores frequentador da extinta Delegacia o DOPS, Delegacia de Ordem Política e Social.
Mas toda esta pressão nunca o intimidou, a sua coragem e seu desprendimeto o tornou um ícone na radiodifusão e não podendo esquecer de ressaltar seu amor à causa pública um defensor dos príncipios morais e éticos.
Em 1969 apresentou pelo canal de Tv Bandeirantes o jornal "Titulares da Notícia" ao lado de grandes nomes como: Maurício Loureiro Gama, José Paulo de Andrade, Murilo Antunes Alves, Lourdes Rocha.
Vicente Leporace faleceu em São Paulo em 16 de abril de 1978, deixando sem dúvida uma enorme brecha no rádio e na comunicação  brasileira.
Ele morreu sem concretizar seu maior sonho em editar um jornal em Santo Amaro - SP, um jornal que circularia diariamente que chegou a ser constítuido e registrado como "O Trabuco" mas infelizmente sonho este que nunca chegou as bancas.
Como diria nosso grande Leporace "Assino e Dou Fé!".


Fontes: (Histórias que o rádio não contou . Reynaldo C. Tavares . Ed. Harbra ed. 2º)